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Inserção do pibid em sala de aula: conquistando novos espaços

Por Jessica Inés Zanella
Magisterio
05/07/2019 - 11:15
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Foto de Adobe Stock
A busca pela melhoria na qualidade do ensino é o grande desafio da atualidade, além de mais investimentos, é fundamental uma renovação nas metodologias utilizadas pelos professores em sala de aula. O PIBID, com seu método inovador na educação, proporciona ao grupo docente das escolas integrantes mudanças significativas, com desenvolvimentos de projetos que visam proporcionar atividades de participação e criação de ações que possam contribuir para a excelência do ensino. O objetivo é implantar este Programa nas salas de aula, atingindo todos os professores, não somente os supervisores. Observando a dificuldade de concretizar este objetivo, o Colégio Piratini desenvolveu um projeto contendo cinco atividades, sendo elas aulas práticas e jogos lúdicos, levando em conta que para que ocorra um processo de aprendizagem com sucesso as experiências são de fundamental importância, pois auxiliam na fixação do conteúdo de forma prática, ou seja, a teoria é transportada para o campo empírico.
Palavras chave: PIBID, ensino, inovação, experimentação, jogos lúdicos.
Contexto do relato 
O Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) é uma ação governamental com o intuito de formar profissionais diferenciados, munidos de informação e experiência, melhorando a qualidade do ensino.
O programa tem como objetivos:
Incentivar a formação de docentes em nível superior para a educação básica;
Contribuir para a valorização do magistério;
Elevar a qualidade da formação inicial de professores nos cursos de Licenciatura, promovendo a integração entre educação superior e educação básica;
Inserir os licenciandos no cotidiano das escolas da rede pública de educação, proporcionando-lhes oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar que busquem a superação de problemas identificados no processo de ensino-aprendizagem;
Incentivar escolas públicas de educação básica, mobilizando seus professores como formadores dos futuros docentes e tornando-os protagonistas nos processos de formação inicial para o magistério.
Contribuir para a articulação entre teoria e prática necessárias à formação dos docentes, elevando a qualidade das ações acadêmicas nos cursos de Licenciatura.
Para a concretização de tais objetivos, torna-se necessária uma metodologia de ensino inovadora, que venha de encontro com a proposta do programa e melhore significativamente a qualidade do mesmo.
O Educar Pela Pesquisa atende a este propósito, pois promove o questionamento em um processo de reconstrução de conhecimento. Pode ser entendido como a produção de um conhecimento inovador que inclui interpretação própria, saber como pensar e aprender a aprender (Moraes 2002).
Segundo Demo (1998) o educar pela pesquisa se dá na forma de programa construtivo com acompanhamento. Desta forma, a pesquisa se torna um conjunto de atividades que ao serem executadas reconstroem alguma teoria ou conteúdo. 
O aluno deixa de ser um simples receptor de informações para tornar-se um aprendiz ativo. O professor deixa de ser o detentor único do conhecimento e passa a ser o mediador, fazendo com que os alunos se sintam à vontade para expor suas ideias e dúvidas.
O educar pela pesquisa apresenta quatro diretrizes básicas, a contextualização, o questionamento, a argumentação, a divulgação.
A contextualização é um elemento chave para a educação, pois o aluno não é um ser desprovido de conhecimento, pelo contrário, ele possui um conhecimento que deve ser respeitado e explorado, e contextualizar faz com que o aluno consiga relacionar o seu dia-a-dia com o conteúdo passado pelo professor, tornando a aprendizagem mais fácil e concreta.
O questionamento, como técnica de promoção de perguntas em ambientes de aprendizagem é uma das mais eficazes maneiras de desenvolver a mente humana. A pergunta ativa mecanismos de memória desenvolvendo a criatividade e a procura por respostas inovadoras.
É perguntando que se transforma uma aula em uma aprendizagem significativa, pois é um processo continuo uma descoberta pessoal ou interpessoal. 
Através do exercício de perguntar os alunos esclarecem suas dúvidas, sentimentos e valores. Perguntando é possível descobrir as implicações causadas por suas opiniões ou comportamentos. É neste processo que o aluno se torna capaz de identificar as soluções mais plausíveis para as dificuldades da realidade em que vive.
Define-se argumentação como, usar de argumentos; discutir apresentando e contrapondo razões que, através do raciocínio lógico, levem a uma conclusão. E esta é a proposta do Educar pela Pesquisa, é fazer o aluno buscar as respostas, e não recebê-las prontas pelo professor, despertar no aluno desde cedo a curiosidade e a aptidão de pesquisar, de buscar no professor o direcionamento do caminho correto e não a fonte de suas respostas.
 Como parte desta caminhada temos a divulgação, que faz com que o aluno exponha seu trabalho, aprendendo a se comunicar, a transmitir seus conhecimentos, sendo aceptor de criticas para melhorar a qualidade de seu trabalho. A divulgação se dá pela exposição oral e escrita, maquetes, cartazes, multimídia, atividades lúdicas, entre outros.
Ressalta-se que no momento da divulgação se dá início a novos questionamentos, que levarão à formação de argumentos e uma nova exposição do conteúdo, dando início à um novo ciclo do Educar Pela Pesquisa, percebendo assim que é uma metodologia contínua que nunca termina e sempre nos remete a novos ciclos.
Porém, mesmo apresentando tantas vantagens, muitas vezes se torna um desafio implantar essa prática pedagógica nas escolas. Muitas vezes os professores fazem aulas apenas expositivas, não dialogadas, usando o quadro e a fala como meio de explicação do conteúdo e apenas exercícios para os alunos colocarem em prática o aprendido, restringindo as perguntas e fazendo com que o aluno não tenha liberdade para expor seus conhecimentos e se sinta pouco a vontade para expor suas dúvidas, que muitas vezes são repreendidas pelo professor.
Um aspecto que deve se destacar é que nos últimos anos, os alunos, vêm desde crianças tendo acesso às novas tecnologias, ampliando conhecimentos além da sala de aula em busca de novas informações. Sendo assim tornando-se fundamental que o professor abra cada vez mais a possibilidade do aluno ser coparticipativo no dia-a-dia da sala de aula.
Ao mesmo tempo em que o aluno tem acesso a tantas informações, muitos professor enfrentam o desafio de não ter tido, durante sua formação, o desenvolvimento tecnológico de hoje. Fazendo com que a realidade da sala de aula seja de alunos com grande capacidade de manipular a tecnologia e professores e escolas, despreparados e desequipados por escassez de recursos.
O PIBID em seus objetivos quer proporcionar atividades de participação e criação de ações que possam contribuir para a melhoria da qualidade da educação.
Muitos professores, porém, que não fazem parte do Programa dentro das escolas, não aceitam participar dos projetos realizados pelos pibidianos, dificultando a inserção do PIBID na sala de aula.
Na maioria das vezes os projetos são realizados em horários extraclasse, ou nas aulas da professora supervisora. Busca-se mais do que isto. Almeja-se que os pibidianos sejam parceiros dos professores, que juntos formem uma equipe em busca da melhoria na qualidade do ensino, para que sejam criados mais e mais projetos em prol da excelência no ensino dos nossos jovens. Dessa maneira deseja-se que os alunos sintam prazer em aprender e que nunca deixem de buscar o conhecimento.
Percebendo este problema, o Colégio Piratini, integrante do Programa, decidiu enfrentar este desafio e mudar a visão dos professores sobre o mesmo e os pibidianos.
Detalhamento das atividades 
Inicialmente, ocorreu um debate envolvendo a professora supervisora, juntamente com os pibidianos e os atuais professores de Química da escola onde desenvolveu-se o trabalho, buscando saber quais os conteúdos inseridos na grade curricular do semestre .Na etapa seguinte foram selecionadas quatro atividades, relacionadas aos conteúdos programáticos  e apresentaram a proposta para os professores com base nos princípios do Educar pela Pesquisa.
Como início da caminhada da inserção do PIBID na sala de aula, os pibidianos ofereceram auxílio aos professores que não faziam parte do Programa, sugerindo que eles realizassem experimentos para os alunos como forma de aprofundar o conteúdo. Os professores aceitaram a ajuda e abriram as portas para que eles participassem de suas aulas e pudessem mostrar o verdadeiro valor de a escola dispor deste Programa inovador.
O primeiro experimento foi sobre hidrocarbonetos, aplicado para o Terceiro Ano, que visava ajudar os alunos no aprendizado de Química Orgânica. Realizou-se experimentos sobre o estudo da solubilidade dos mesmo em diferentes solventes, além da obtenção do metano pelo método de Dumas e na combustão. Discutindo-se ainda a diferença entre os estados físicos dos hidrocarbonetos em produtos comuns, como gás de cozinha, gasolina, velas, etc, e a explicação do porquê da escolha histórica do nome de "Parafina", levando em conta a contextualização.
Seguindo, as turmas do segundo ano do ensino médio saíram da rotina durante as aulas. Os alunos puderam presenciar e realizar uma prática experimental sobre Termoquímica. A prática consistia em relacionar e tornar mais claros os conceitos endotérmico e exotérmico. 
Os alunos se dividiram em grupos, e cada grupo possuía três tubos de ensaio e três frascos com sais aparentemente idênticos, brancos e cristalinos. Eram eles: NaCl, NH4Cl e CaCl2. Adicionaram então, uma pequena quantidade dos sais nos tubos (um em cada tubo), assim puderam observá-los melhor e fazer suas anotações. Após, adicionaram 5mL de água aos tubos com o auxílio de uma pipeta graduada e pera de sucção. 
Assim, conforme os sais iam se solubilizando, os alunos puderam observar e sentir os processos endo e exotérmicos, com um dos tubos resfriando, outro esquentando e outro se mantendo a temperatura ambiente.
Ao final dos experimentos, os alunos receberam algumas questões para responder, articulando conhecimentos químicos e o cotidiano. Foram elas:
1) Equacione as reações que ocorreram.
2) Qual dissolução liberou energia e qual absorveu energia?
3) Qual dissolução é exotérmica e qual é endotérmica?
4) Compressas químicas instantâneas quentes e frias fazem parte dos estojos de primeiros-socorros de alguns atletas, ou até mesmo para aquecer pés e mãos no inverno rigoroso de alguns países. Tente explicar como essas compressas funcionam em termos de processos exotérmicos e endotérmicos.       
Outra proposta foi a experimentação de funções oxigenadas orgânicas, em que o principal objetivo era demonstrar que as funções estudadas apresentam outras relações entre si. Com o auxílio de experiências, os alunos revisaram alguns conceitos e viram na prática como acontecem as transformações do vinho em vinagre (ou qualquer álcool em aldeído e posteriormente em ácido carboxílico). Mostrando para eles que esse tipo de transformação caracteriza a reação do bafômetro, fazendo assim uma contextualização, para que ficasse mais claro para eles o conteúdo em questão.        
E o último experimento foi a de ligações químicas, realizada com o primeiro ano do ensino médio. Que consistia em colocar reagentes em um béquer e ver se os mesmos conduziam corrente elétrica, quando sólidos ou em solução aquosa. 
Posteriormente, em sala de aula, como complementação do experimento, foi aplicado um quadro que deveria ser completado com as propriedades das ligações químicas, a ideia era abordar os conceitos de ligações e suas propriedades.
Os alunos foram divididos em grupos, e cada grupo discutia a propriedade química que lhe foi dada. Após, explicavam as características e completavam o quadro.       
Além das práticas realizadas, os alunos tiveram a oportunidade de desfrutar dos kits de Química disponibilizados pelos MEC. Eles são um projeto desenvolvido por uma equipe de cientistas, visando contribuir para o aperfeiçoamento da educação em Ciências no Brasil, a fim de suprir a carência de equipamentos de laboratórios e práticas experimentais nas escolas. O público alvo são jovens de 12 a 17 anos.
Este kit faz parte de uma coleção planejada para viabilizar a realização de experimentos de química fora do ambiente do laboratório, utilizando quantidades mínimas de reagentes e materiais de baixo custo. Cada Kit vem acompanhado de uma  apostila que descreve um pouco da história de alguns cientistas e pequenos textos que auxiliam o aluno à compreender cada experimento. Inclui também, um manual de instruções sobre como realizar cada experimento e algumas perguntas sobre os resultados obtidos.
Os kits foram utilizados pelos alunos no laboratório da escola com a supervisão da professora da disciplina e dos bolsistas do PIBID. Ao término das experiências os alunos foram convidados à responder um questionário online, onde eles avaliaram o kit. 
Nessa etapa foram entrevistados cinco alunos, questionando do que eles gostaram mais no Kit e de que eles não gostaram.
Aluno 1: “Gostei de ver tudo, não teve nada que eu não tenha gostado”.
Aluno 2: “Do que mais gostei no kit foi os exercícios de condutividade”.
Aluno 3: “Eu gostei muito, pois assim nós temos ideia de como as coisas são feitas”.
Aluno 4: “Gostei da maioria, só não gostei que tinha de lavar os potinhos”.
Aluno 5: “Gostei de poder fazer experiências. Mas não gostei pois não houve explosões”. 
Os alunos se encantaram com os experimentos propostos pelos kits, ficou visível a satisfação com a realização da atividade, todos participaram e se divertiram, descobrindo um pouco mais do mundo da Química e se apaixonando por ele.
Outra metodologia contemplada por esse projeto foi a de atividades lúdicas. Dentro deste contexto, foi trabalhado o jogo Batalha Naval de Química.
A Batalha Naval Química tinha como objetivo retomar alguns conceitos importantes trabalhados em Química Orgânica. As regras do jogo eram, basicamente, as mesmas do tradicional jogo Batalha naval, porém novas regras foram acrescidas.
As turmas foram divididas em dois grupos e escolheram os nomes de suas equipes. O início do jogo foi decidido por par ou ímpar.  Para ter direito a um "tiro" o grupo deveria  responder, primeiramente, a uma pergunta relacionada com os conteúdos trabalhados. Se a resposta estivesse correta, os alunos escolhiam uma letra e um número no tabuleiro. Ao invés de submarinos e encouraçados, estavam escondidos no tabuleiro, moléculas de compostos orgânicos. Acertando uma molécula ou parte dela, a equipe ganhava um ponto.
Ao acertar água, nada mudava e acertando a bomba a equipe perdia um ponto. Existiam, também no tabuleiro "moléculas bônus', que valiam dois pontos. Ao montar uma molécula, a equipe deveria dar o nome do composto e se acertassem ganhavam mais um ponto.      
Durante e ao final do jogo, os alunos puderam fazer uma avaliação do que eles realmente sabiam e do que eles deviam retomar para realizarem as provas que seguiriam.
Como forma de avaliar as atividades propostas pelos pibidianos, os alunos responderam a um questionário ao final do projeto, que visava contemplar aspectos como contribuição para a aprendizagem, dinamismo, participação da turma, cooperação, criatividade, relevância do conteúdo e motivação para estudo.
Análise e discussão do relato
A escola é tida como um espaço focado na assimilação do conhecimento, mas ela deve ser mais do que isso.
A maioria das escolas ainda trabalha com o sistema que privilegia a quantidade de informação. Porém, o aluno deve ter espaço para desenvolver a criatividade, a pesquisa e a produção de conhecimentos.
Além dos conteúdos necessários, a escola deve trabalhar com a educação de valores, atuando na formação do indivíduo, pois como nos diz Paulo Freire:
“Não devemos chamar o povo à escola para receber instrução, postulados, receitas, ameaças, repreensões e punições, mas para participar coletivamente da construção de um saber, que vai além do saber de pura experiência feito, que leve em conta as suas necessidades e o torne instrumento de luta, possibilitando-lhe transformar-se em sujeito de sua própria história.” (Freire, 1991, pg.16)
A proposta de experimentação que a escola integrante do PIBID trouxe para a inserção do mesmo em sala de aula é diferenciada, pois ela não é uma simples maneira de demonstrar teorias vistas em sala de aula, é uma experimentação problematizadora, que instiga o aluno através de questionamentos e investigações, no qual é essencial uma relação dialógica entre o professor e o aluno, fazendo com que suscite no aluno o espírito crítico, a curiosidade, e não aceitação do conhecimento simplesmente transferido. Segundo GONÇALVES e MARQUES (2006):
  “[...] problematizar no sentido de um questionamento reconstrutivo, isto é, aquele que parte dos conhecimentos que o sujeito possui, é um modo de colaborar para a superação do entendimento de que a experimentação em sala de aula tem um fim em si mesma. Desse modo, problematizar o conhecimento explicitado pelo aluno contribui para a sua aprendizagem, pois sabemos que se aprende a partir daquilo que se sabe. (p.227)”
A escola em questão, que esteve aberta à inovação que o PIBID traz ficou satisfeita com os projeto desenvolvidos pelo Programa, pois os alunos se tornaram mais participativos e interessados, refletindo dentro da sala de aula e no dia-a-dia escolar, cativando até mesmo alguns professores que em primeiro momento não aceitaram a integração do PIBID.
Considerações finais
Realizando este trabalho, os professores que não faziam parte do PIBID ficaram muito surpresos com o auxílio dos pibidianos e muito contentes ao ver que poderiam trabalhar em equipe para a realização de aulas diferenciadas.
Com isso, a escola pode abrir as portas para os projetos interdisciplinares, pois os professores que tiveram a oportunidade de trabalhar com os pibidianos repassaram aos outros profissionais a experiência que vivenciaram, fazendo com que se interessassem e dessem oportunidades para que suas aulas também pudessem ser elaboradas de maneira diferente e que novos projetos fossem iniciados.
É importante ressaltar também, que para que ocorra um processo de aprendizagem com sucesso as experiências são de fundamental importância, pois auxiliam na fixação do conteúdo de forma prática, ou seja, a teoria é transportada para o campo empírico.
O projeto do MEC vem a auxiliar os alunos, despertando-os para a pesquisa e quem sabe surjam novos professores, pesquisadores na área, que estão em carência no mercado de trabalho.
Hoje, ainda é um desafio que todos aceitem a inserção do PIBID na sala de aula, alguns professores ainda são contrários à essa mudança no ensino, porém nesta escola é uma batalha que vem sendo vencida, e cada vez mais, com a realização de projetos e mostrando as propostas do programa estaremos conquistando mais e mais adeptos e os objetivos de ter excelência no ensino serão alcançados.
Referéncias 
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 3.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 1998.
FREIRE, Paulo. A educação na cidade. São Paulo: Cortez Editora, p. 16, 1991.
GONÇALVES, F.P. e MARQUES, C.A. Contribuições Pedagógicas e Epistemológicas em Textos de Experimentação no Ensino de Química: Investigação em Ensino de Ciências. V11(2), p.210-238, 2006. 
MORAES, Roque; RAMOS, Maurivan & Galiazzi, CARMO, Maria. Pesquisa em Sala de Aula: Fundamentos e pressupostos. In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez Marina do Rosário (orgs.). Pesquisa em sala de aula: tendências para a educação em novos tempos. 1. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
Disponível em <capes.gov.br/educaçãobasica/capespibid>. Acesso em: 30 de outubro de 2013.
REIS G. L. Produção de Monografia da Teoria à Prática: O Método Educar pela Pesquisa (MEP). 2ª edição. Distrito Federal: Editora Senac, 2008.
Autores
Jéssica Inês Zanella – jessica.zanella@acad.pucrs.br
Amanda Valls – amandavalls@gmail.com
Andrezza Fronchetti Prestes – ndrezza.prestes@acad.pucrs.br
Concetta Schifino Ferraro – cferraro@pucrs.br
Eduardo Fischli Laschuk - eduardo.laschuk@pucrs.br 
Gabriela Rosa de Farias – farias.gabe@gmail.com
Márcia Teixieira Rodriguez – marcia.rodriguez@acad.pucrs.br
Simone Peçanha Cunha – monepc2004@yahoo.com.br
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